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Mecanização Agrícola

 

O que é a mecanização agrícola?

A mecanização agrícola é uma tendência nas diversas atividades realizadas em propriedades rurais, abrangendo desde atividades mais simples até as mais complexas. Ela pode ser praticada não apenas com melhorias no uso de máquinas e implementos agrícolas empregados no preparo do solo e plantio, mas também com ferramentas específicas para serem empregadas em atividades e maquinários específicos.

São diversas as tarefas que podem ser executadas com grande facilidade e eficiência, por meio da mecanização. Com isso, os custos de produção tendem a ser menores e a propriedade agrícola torna-se mais lucrativa e bem sucedida no mercado.

Onde ela pode ser observada?

A mecanização agrícola pode ser observada em diversas atividades praticadas em pequenas e grandes propriedades como horticultura, fruticultura, pecuária, cafeicultura e na produção de grãos, seja com a utilização de equipamentos de transporte, de tração animal ou mecânica. A mecanização pode estar presente até mesmo nos sítios e chácaras, cujo objetivo principal é o lazer, na utilização de tesouras de poda, na manutenção de cercas vivas, nas roçadeiras manuais ou motorizadas, ou até mesmo os tratores, específicos para corte de grama.

Exemplo em destaque

No contexto atual muitos pesquisadores estão buscando desenvolver drones pelo fato de possuir uma grande versatilidade, já que podem desempenhar diversas funções na fazenda e possuem custo relativamente baixo, variando de acordo com modelo e tecnologias embarcadas. Um aparelho sozinho é capaz de analisar a plantação, podendo detectar pragas e visualizar o crescimento da mesma, demarcar o plantio utilizando da vista aérea, pulverização de lavouras, telemetria (medição do tamanho da propriedade), entre diversos outros recursos.

A busca por esse tipo de tecnologia vem movimentando o mercado rural como um todo. Os grandes e pequenos proprietários de terra estão adaptando-se a mecanização tendo em vista o que essa mudança está gerando a partir de pequenos investimentos, demonstrando que tais implementações são benéficas para a comodidade, rentabilidade e eficiência nas atividades do campo.

 

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Revolução Industrial 3.0

 

Em meados do século XX, os principais países do setor industrial mundial, impulsionados pelas recentes descobertas tecnológicas, informacionais e científicas da época, iniciaram o que futuramente ficou conhecido como Revolução Industrial 3.0 ou Revolução Técnico Científica Informacional.

Seguindo as tendências dos períodos anteriores, a Revolução Técnico-Científica apresentou tecnologias muito relacionadas com a eletrônica e a robótica, que correspondiam aos principais campos de pesquisa na década de 70. Tal progresso tecnológico afetou diversas áreas, alterando os meios de produção das fábricas e o estilo de vida da sociedade mundial, como exemplo, a modernização do setor de telecomunicações, com computadores modernos, torres de telefone e satélites de sinal para televisão e rádio, que possibilitaram o início da principal inovação do século XXI, a internet.

Durante as primeiras décadas da Terceira Revolução, outros campos industriais e sociais também foram modernizados ou criados com as recentes descobertas do período, como por exemplo, o avanço para o setor espacial e astronômico e o aperfeiçoamento de computadores e outros equipamentos cada vez mais rápidos e precisos. Esses progressos se tornaram essenciais para o desenvolvimento de estudos extraterrestres, que resultaram na corrida espacial entre as décadas de 60 e 80.

Assim como nas duas primeiras revoluções industriais, que apresentaram novos combustíveis para abastecer as máquinas das fábricas e seus respectivos produtos, a Terceira Revolução Industrial apresentou diversas formas de energia, que diferente das provenientes do petróleo e do óleo, se tornaram opções mais ecológicas pelo seu baixo ou nenhum dano à natureza. A energia solar e a energia eólica podem ser citadas como exemplo, assim como o surgimento das usinas hidrelétricas e nucleares, mostrando boa eficiência na produção em massa de energia elétrica.

A adaptação dos meios de produção foi necessária com a chegada da modernização das fábricas. Nesse contexto, surge o toyotismo, que tinha a função de adaptar o setor industrial para atender a crescente demanda devido a globalização, assim como o taylorismo e o fordismo, durante a segunda revolução industrial.

O toyotismo possui como principal característica a introdução de robôs e outras máquinas modernas na linha de produção das indústrias, estabelecendo a maquinofatura e, assim, aumentando a produtividade da fábrica e a qualidade do produto final. Além disso, o toyotismo estabeleceu que somente seria confeccionada a quantidade necessária de produtos para suprir a demanda existente, contrariando, dessa forma, os critérios do taylorismo e fordismo, que determinavam o maior número de manufaturados no menor tempo possível.

Vale a pena ressaltar que o século XXI ainda pertence à Revolução Industrial 3.0, porém, vivemos em um período em que as tecnologias focam na transmissão de informações. Desse modo, com a invenção da internet e do sinal via satélite, a transmissão de dados entre aparelhos foi possibilitada de maneira cada vez mais rápida e, assim, viabilizando o processo de globalização para os países do mundo.

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Como economizar com SPDA?

 

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil é um dos países com maior ocorrência de relâmpagos no mundo. Tal fato se dá por sua grande extensão territorial e localização próxima ao equador geográfico, fazendo dele o maior país da zona tropical do planeta, onde o clima é mais quente e, portanto, mais favorável à formação de tempestades e raios. Estima-se que cerca de 77,8 milhões de relâmpagos atinjam o solo brasileiro por ano. Isto equivale a uma média de aproximadamente 9 relâmpagos por km2 ao ano. Assim, economizar com SPDA e ter um sistema eficiente é muito importante.

Estudos recentes têm mostrado que a ocorrência de relâmpagos tem aumentado significativamente sobre as grandes áreas urbanas. Acredita-se que este efeito esteja relacionado à formação das ilhas de calor criadas em função das superfícies artificiais (asfalto), dificuldade de re-irradiação por causa dos prédios, falta de vegetação e a poluição atmosférica.

Apesar da chance de você ser atingido por um raio seja menor do que 1 para 1 milhão, esses fenômenos naturais matam em média 120 pessoas por ano no Brasil. Além do impacto humano, o prejuízo financeiro causado pela ação de raios no país tem grande impacto chegando, segundo o INPE, a cerca de 1 bilhão de reais por ano.

Um Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), popularmente chamado de para-raios, tem como objetivo blindar uma edificação, seus ocupantes e os equipamentos eletrônicos dos efeitos térmicos, mecânicos e elétricos associados às descargas atmosféricas. O sistema atua através da criação de um caminho de baixa resistência elétrica para a corrente elétrica fluir para o solo sem passar pelas partes condutoras da estrutura ou através de seus ocupantes.

O número de imóveis com sistemas de proteção cresce a cada ano devido a garantia de proteção por anos e à baixa complexidade do projeto de dimensionamento, projetos que levam alguns meses para apresentar resultados. Além disso, o projeto SPDA é uma das exigências para a obtenção e renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e todo o projeto deve seguir as especificações técnicas da Norma NBR 5419, emitida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Caso o projeto não siga as especificações, você poderá ser multado, assim, uma das principais maneiras para economizar com SPDA é possuir este sistema.

Os principais componentes do SPDA são:

· Terminais aéreos

· Condutores de descida

· Terminais de aterramento

· Condutores de ligação equipotencial

Os terminais aéreos são hastes condutoras rígidas montadas em uma base com o objetivo de “capturar” o relâmpago. Eles devem ser instalados nos pontos mais altos da estrutura. Os condutores de descida são cabos que se conectam os terminais aéreos aos terminais de aterramento, que por sua vez os conecta ao solo. Os terminais de aterramento são tipicamente condutores de cobre ou revestidos com cobre e o nível do aterramento varia com as características do solo. Já os condutores de ligação equipotencial visam igualar o potencial entre os diferentes condutores para impedir descargas laterais.

Um sistema SPDA também pode incluir também um dispositivo de proteção contra surtos (DPS), sistema cuja função é fazer a proteção interna da edificação contra danos causados por descargas atmosféricas em eletrodomésticos, eletroeletrônicos entre outros, além de proteger contra quedas de energia e sobrecargas. O DPS é parecido com um disjuntor e é instalado diretamente na caixa de distribuição geral ou pode ser instalado entre a tomada de energia e o equipamento desejado.

Espero que este artigo tenha tirado suas dúvidas em relação ao funcionamento, a necessidade de instalação do e como economizar com SPDA na instalação do mesmo. Nós da INOVATECH somos especialistas em projetos de dimensionamento de SPDA e prezamos pelo aumento da integridade e segurança das pessoas, das edificações e dos equipamentos. Clique AQUI e faça seu orçamento gratuitamente!

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Veículos autônomos: Você sabe o que são ?

 

A tecnologia nunca para de se inovar. Em questão de horas, uma nova invenção surge no mercado, impactando de maneira positiva o mundo tecnológico, gerando toda uma área especializada e, muitas vezes, aprimorando equipamentos antigos ou os tornando obsoletos. Na indústria automobilística, as mudanças são cada vez mais notáveis e, com a alta competição nesse mercado, as empresas estão sempre se inovando para não ficarem fora da competição. A satisfação e comodidade do consumidor são os maiores focos da indústria na hora da fabricação e foi visando isso que a ideia de um veículo que “se dirige” sozinho surgiu; os chamados “Veículos autônomos”.

• O que são os Veículos autônomos?

São quaisquer veículos com capacidade de transportar pessoas ou bens sem a necessidade de um condutor humano. Eles são capazes de interpretar dados e identificar as melhores opções para um trajeto mais seguro e rápido.

• Como funcionam?

Através de sensores (radar, sonar e lidar) eles são capazes de identificar obstáculos em seu caminho. Enquanto o radar transmite ondas de rádios, o sonar as emite ao identificar um objeto, desse modo, eles captam a reflexão das ondas no mesmo e medem o tempo decorrido para calcular a distância do veículo ao objeto. Isso ocorre apenas em uma direção fixa, portanto, é necessário também o uso do lidar, que funciona de maneira parecida, liberando raios lasers e gerando coordenadas correspondentes a onde os raios refletem, porém, girando constantemente. Além disso, esses veículos contam com câmeras que simulam a visão humana, capazes de estimar a distância dos objetos e de detectar semáforos e pedestres.

• Impacto no futuro

Com esses veículos circulando nas ruas, a estimativa é de que os acidentes de trânsito provocados por fatores humanos diminuam drasticamente, por tratar-se de um software que visa segurança. Além disso, engarrafamentos serão diminuídos exponencialmente, pois diminuirá a diferença de reação entre os motoristas parados no semáforo, ao identificar quando o sinal abre ou fecha. Estima-se, também, que estes veículos sejam utilizados como prestadores de serviços, transportando pessoas de um lugar para o outro, não contribuindo apenas para o mercado de trabalho, como também para o meio ambiente, pois cada vez menos pessoas irão optar por ter seu próprio veículo, escolhendo os meios de transportes públicos.

• Já é uma realidade garantida?

Hoje, empresas como a Tesla, já contam com esses carros autônomos, no entanto, apenas funcionam sem um condutor. Nas estradas, porém, seu uso ainda não é garantia. O veículo autônomo é uma das tendências mais inovadoras no ramo automobilístico e para que isso funcione com precisão, será necessária a utilização de uma robótica avançada, além de uma inteligência artificial de ponta, para que os riscos sejam praticamente nulos. Entretanto, não são somente especialistas da área que são necessários nesse projeto, a ajuda de muitos profissionais se mostra importante, como arquitetos, ao pensar em produtos e opções à cidade para facilitar a leitura dos sensores, além de uma tecnologia diferencial como bluetooth em placas ou semáforos, que poderiam aumentar o desempenho do veículo.

Conheça mais sobre inovações tecnológicas acessando outros posts de nosso blog!

 

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Prevenir ou remediar: qual é melhor?

Essa é uma pergunta que frequentemente ronda nossa mente. Como na década de 1970, com a revolução industrial, o Brasil ocupou o primeiro lugar no mundo em acidentes de trabalho, observou-se necessário analisar esse mesmo questionamento e atribuir uma solução para tal obstáculo do “prevenir ou remediar ?”

Com esse problema em vista, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) criou as Normas Regulamentadoras (NR), que consistem de regras que devem ser seguidas por todos os tipos de empresa (privada, pública e órgãos governamentais), sendo regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), cujo objetivo principal é zelar pela segurança e saúde dos trabalhadores para que os entraves fossem prevenidos na medida do possível.

As normas utilizam de diversos regimentos trabalhistas que abrangem desde os setores da agropecuária até os industriais, demonstrando como e com que equipamentos os trabalhos devem ser feitos, analisando a medida mais segura para o trabalhador e fornecendo uma base para as empresas.

Então: prevenir ou remediar?

Muitas empresas, mediando os gastos que teriam por cumprir todas as normas propostas pelo Ministério do Trabalho, acabam por vezes remediando as adaptações das atividades e alocações da empresa. Tendo em vista somente os prejuízos dessa mudança, o que proporciona uma janela de causalidade no limiar da marginalização da empresa em meio à legislação vigente, o que pode culminar no fechamento da empresa ou até mesmo em graves acidentes ocasionados por sua estrutura mal administrada, que preza pelo lucro e não pelo bem estar dos seus empregados.

Seguir as NRs de segurança podem minimizar significativamente o risco de ações indenizatórias, tal condenação pode ser mais de um milhão de reais!

Apesar dos gastos gerados, se todas as normas forem atendidas, os servidores em geral conseguirão uma base estrutural que os permitem realizar seu trabalho de forma mais satisfatória, correndo menores riscos e em um local que não possui condições desumanas de trabalho, consequentemente aumentando a produtividade geral da empresa.

Portanto, alguns serviços estão disponíveis no mercado a fim de analisar a integridade das normas em sua empresa, a INOVATECH Empresa Júnior realiza essa análise referente à NR-10 (Segurança em instalações e serviços de eletricidade) e NR-12 (Segurança em máquinas e equipamentos), clique AQUI e faça seu orçamento gratuitamente!