Categorias
Engenharia Elétrica Engenharia Mecânica

Missão Apollo 11

      No dia 16 de julho de 2018 completou-se 49 anos desde a decolagem do foguete da missão Apollo 11 que carregava três tripulantes americanos, sendo eles “Neil Armstrong, Dr Edwin Aldrin e Michael Collins”, na missão que resultaria nos primeiros passos da humanidade em nosso satélite natural.

      A missão “Apollo 11” fazia parte de um programa espacial da NASA chamado “Apollo”. Este que passou por diversas missões e testes até atingir o sucesso na décima-primeira tentativa. O programa foi criado em 1961, período que correspondia ao auge da Guerra Fria e da corrida espacial entre os Estados Unidos e a União Soviética. As primeiras missões do programa, correspondentes a “Apollo 1” até a “Apollo 6”, foram realizadas em foguetes sem qualquer tipo de tripulação em seu interior. Somente a partir da “Apollo 7” que foram iniciados os vôos com tripulação humana.

      Curiosamente, um dos maiores desastres do projeto Apollo não foi durante o vôo de alguma espaçonave, mas sim durante uma sessão de testes do foguete da “Apollo 1”, cujo módulo espacial sofreu um incêndio matando três astronautas que estavam na cabine verificando os equipamentos da espaçonave. Até hoje não se sabe o exato motivo do incêndio no local, mas perícia e investigações apontaram como causa provável a presença de material inflamável perto do local em que era realizado os testes da Apollo 1.

      Após diversas missões, a Apollo 11 decolou em 16 de julho de 1969 com a intenção de realizar o primeiro pouso lunar tripulado. Após quatro dias de viagem a tripulação americana pousaram na Lua, especificamente no “Mar da Tranquilidade”, no dia 20 de julho de 1969. Foi quando Neil Armstrong se tornaria o primeiro homem a pisar em solo lunar e diria a frase icônica “É um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”. Após realizado os processos de pouso, os três astronautas exploraram o solo lunar, além de coletarem rochas para estudos e de fixarem uma bandeira estadunidense. Curiosamente, os tripulantes também deixaram uma placa na Lua, que ao princípio tinha o propósito de se comunicar com qualquer vida extraterrestre. A placa dizia “Aqui, os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua em julho de 1969 DC. Viemos em paz, em nome de toda humanidade”.

      No dia 24 de julho de 1969 os tripulantes da Apollo 11 retornaram ao planeta Terra em segurança. Ao todo, a missão durou oito dias e três horas, sendo que os astronautas passaram a maior parte do tempo em viagem entre o planeta e o satélite, já que a tripulação esteve somente vinte e uma horas em superfície lunar. Outra curiosidade é que o pouso da Apollo 11 na Lua ocorreu no aniversário de Santos Dumont, considerado o inventor do avião, assunto este que você pode ver aqui.

Categorias
Engenharia Elétrica

Porque a Copel quer que você tenha painéis fotovoltaicos?

      Como já foi visto no texto “Energia Solar: Fonte de energia do presente para o futuro!” disponível aqui no Blog, os painéis fotovoltaicos fazem parte de uma tecnologia cada vez mais presentes em residências e empresas. Além de diminuir o impacto ambiental, a instalação de painéis é uma medida que acaba pesando menos no bolso de quem resolve adotar, sendo que o retorno, a médio e longo prazos, é alto. Porém, ainda temos uma questão a responder: Qual é a vantagem dos painéis fotovoltaicos para empresas distribuidoras de energia, como a Copel?

 

      Com o aumento dos aparelhos eletrônicos, a tendência é cada vez mais a energia elétrica ser utilizada. Na época de altas de temperaturas, principalmente no verão, muitas casas utilizam climatizadores e condicionadores de ar, acarretando em um maior uso da rede elétrica. Para conseguir suprir a demanda de energia, a Copel coloca em prática algumas estratégias, como o uso de suas termelétricas, porém isso encarece o custo da energia, pois a distribuidora precisará injetar mais energia na rede. No entanto, se o número de unidades geradoras de energia solar fotovoltaica aumentar, muitas casas ou empresas já produzirão sua própria energia elétrica, sendo inclusive capazes de gerar um crédito de energia com a empresa distribuidora. Esse crédito é injetado na rede caso a energia produzida ultrapasse a energia consumida e poderá ser utilizado posteriormente em dias que há pouca ou nenhuma geração, como dias chuvosos ou de noite. Com as pessoas gerando sua própria energia e com os créditos, o uso da rede elétrica acaba “desafogando”, fazendo com que precise ser ativada uma menor quantidade de termelétricas, consequentemente, não elevando tanto o custo da energia, pois não foi preciso injetar tanta energia na rede como anteriormente.

 

      Vale citar também que com o aumento da energia produzida por painéis fotovoltaicos, a Copel terá menos prejuízos envolvendo a perda da transmissão de energia, sendo elas técnicas, como a transformação da energia elétrica em térmica nos condutores, ou comerciais, que muitas vezes são ligações clandestinas, furtos etc. Essa perda de energia se dá pelo fato de grande parte das usinas geradores serem distantes dos locais de distribuição, resultando até mesmo em uma energia de menor qualidade, pois acaba sendo produzido mais do que é comercializado. Em suma, pode-se ser observado que os painéis fotovoltaicos são vantajosos para os consumidores e para os distribuidores de energia elétrica, além disso, sendo o Brasil um país tropical, essa será uma tecnologia que poderá ser muito bem explorada em nosso território, pois é limpa, ecológica e renovável, combinando perfeitamente com o clima de país.

 

      Faça já um orçamento totalmente gratuito e saiba quanto você economizaria ao utilizar painéis fotovoltaicos!

Categorias
Inovação

Infográfico iPhone


      No dia 29 de junho de 2007 foi lançado a primeira geração do iPhone (também chamado de iPhone Original e iPhone 2G). É a primeira geração da linha de smartphones desenvolvido e comercializado pela Apple, empresa que teve como último lançamento o iPhone X em 2017.

      O infográfico a seguir compara a primeira e última geração de iPhones, no qual é notável o desenvolvimento de cada componente nesses 10 anos últimos anos, pode-se perceber também em outras tecnologias atuais.

Categorias
Engenharia Elétrica Inovação

Como reduzir o valor da fatura de energia elétrica

      A Eficiência Energética consiste na redução da energia utilizada para a realização de um mesmo serviço ou atividade, sem qualquer prejuízo. Por exemplo, é possível ter a mesma claridade em uma sala substituindo uma lâmpada incandescente por uma lâmpada de LED com mesma luminosidade e que consome menor quantidade de energia. Melhorar a eficiência energética de um processo provoca a redução no consumo da energia primária necessária para produzir um determinado serviço. Segundo a PROCEL (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) o uso de equipamentos mais eficientes e instalações elétricas dimensionadas gera uma economia de até 8,8% no consumo de energia elétrica. Basicamente, as principais práticas envolvem o combate ao desperdício de energia procurando conhecer onde, como e quanto de energia é utilizado, como estão as condições dos equipamentos e onde se encontram os desperdícios de energia, buscando o aproveitamento da energia “perdida” nos processos de conversão. Um dos índices que nos ajudam a medir nossa eficiência energética é o Fator de Potência.

      O Fator de Potência (FP) é um coeficiente que está entre 0 e 1 e que indica o quão eficiente é o consumo de energia elétrica por um equipamento ou sistema. Quanto mais próximo de 1, melhor é o aproveitamento energético do equipamento, e quanto mais baixo for este número, menor a eficiência ou rendimento do equipamento. Para entendermos melhor esse conceito, precisamos saber um pouco mais sobre a potência de um equipamento elétrico, que pode ser descrita em 3 partes:

Potência Reativa: é a potência que é armazenada e retorna para fonte sem realizar trabalho útil;

Potência Ativa: é a potência que realiza trabalho útil em um processo ou equipamento, ou seja, é de fato utilizada na conversão de energia elétrica em mecânica, térmica, etc.;

Potência Aparente: é a potência que se mede com os medidores convencionais e é a soma vetorial das outras duas potências;

      Uma analogia bastante utilizada para exemplificar essas 3 potências é de um copo de chopp. Pode-se dizer que a Potência Aparente é a altura inteira do copo. A Potência Reativa é a espuma que ocupa espaço no copo, mas não mata a sede. A Potência Ativa é o líquido, que é o mais importante e mata a sede, como mostra a imagem a seguir:

      O Fator de Potência é a razão entre a Potência Ativa e a Potência Aparente. Segundo a Legislação Brasileira o FP mínimo permitido para as contas de energia é de 0,92. Abaixo deste valor a concessionária deve cobrar multa na fatura de energia seguindo o modelo a seguir:

      Consequentemente, quanto menor o FP, maior vai ser a multa gerada. As principais causas do baixo Fator de Potência são lâmpadas fluorescentes, transformadores sem ou com baixa carga e motores de indução (motores mais usados na indústria). Quando cargas indutivas, como em um motor elétrico, são acionadas com alimentação por corrente alternada, ocorre um fenômeno de defasagem entre as ondas da corrente e da tensão, causando o surgimento da Potência Reativa. Isso não quer dizer que o motor seja ruim, mas é uma característica de equipamentos que trabalham por indução eletromagnética. A forma de compensar esse baixo Fator de Potência é a instalação de bancos de capacitores em paralelo na entrada de energia ou no próprio equipamento com carga indutiva. Esses bancos introduzem na instalação uma carga capacitiva, com efeito contrário da carga indutiva. Isso compensa o baixo Fator de Potência e ajusta o valor para mais próximo de 1.

Quando o valor do Fator de Potência é corrigido, diversos benefícios podem ser percebidos:

  • 1) Redução dos valores da fatura de energia elétrica;

  •  
  • 2) Aumento da eficiência energética da empresa;
  •  
  • 3) Aumento da vida útil dos equipamentos e das instalações;

  •  
  • 4) Redução das perdas de energia elétrica por aquecimentos nos condutores;
  •  
  • 5) Aumento da capacidade dos equipamentos de manobra;
  •  
  • 6) Melhoria da tensão;
  •  
  • 7) Redução da Potência Reativa.
  •  

      É sempre válido lembrar que a consultoria em Eficiência Energética e a correção do Fator de Potência devem ser feitas somente por profissionais qualificados. A INOVATECH Empresa Júnior conta com uma equipe especializada no assunto, clique aqui e agende uma visita agora!